Taylor Swift bate recordes e consolida 2020 como ano de ouro na carreira

ADVN - Estamos a dez dias do fim do ano, e Taylor Swift segue quebrando recordes. Nesta segunda-feira, 21, a Billboard liberou a atualização dos seus rankings semanais, e a cantora lidera as parada de singles e de álbuns – a primeira, encabeçada pela canção Willow, e a segunda pelo disco Evermore, lançado de surpresa na sexta-feira, 11. 

Com isso, Taylor se torna a primeira artista a estrear no topo da Hot 100 e da Billboard 200 de maneira simultânea por duas vezes – o feito inédito foi alcançado pela primeira vez em agosto, também por ela, ao debutar no topo com Cardigan e o álbum Folklore, antecessor de Evermore.

Para repetir a façanha, Taylor enfrentou uma adversária de peso na Hot 100: às vésperas do Natal, desbancou All I Want For Christmas Is You, de Mariah Carey, 

que encabeçava o ranking na semana anterior. Lançado originalmente em 1994, o sucesso natalino de Mariah reinou absoluto durante três semanas em dezembro do ano passado, 

e seguia pelo mesmo caminho até o lançamento de Willow interromper seu domínio. Essa é a terceira canção de Taylor Swift a estrear em primeiro no ranking, ao lado de Shake it Off e Cardigan. 

A cantora ainda é a terceira mulher com mais entradas no top 10 do ranking – são 29 no total, atrás de Madonna (38) e Rihanna (31). 

No dia 10 de dezembro, a cantora anunciou pelas redes sociais que lançaria o álbum Evermore, o nono da carreira, dali a algumas horas, à meia-noite do dia 11 no fuso novaiorquino. Taylor descreveu o disco como um “irmão” do Folklore, lançado em julho com a mesma estratégia-surpresa, e detentor de uma lista nada modesta de recordes. Segundo o anúncio, ela e os parceiros musicais Jack Antonoff e Aaron Dessner não conseguiram parar de compor depois do lançamento do álbum e seguiram no processo criativo, que resultou em mais 17 músicas. 

Como salientado pela cantora, os dois álbuns exibem um espírito semelhante, inspirado pelas inseguranças do isolamento e embalados por uma sonoridade folk alternativa.  

Ao contrário de Folklore, porém, que mescla experiências pessoais a contos fictícios para construir uma narrativa mais sombria e introspectiva sobre o momento atual, 

Evermore traz um clima mais esperançoso do que o irmão mais velho. É nele também que Taylor se livra de vez da marca de compositora exclusivamente confessional que erigiu durante a carreira, dando cada vez mais espaço para letras com personagens fictícios – como em No Body, No Crime, um conto musical sobre assassinato e vingança 

inspirado em documentários de crimes reais, seu passatempo preferido durante a quarentena. Sua vida propriamente dita fica restrita a Marjorie, um tributo emotivo e sensível sobre a avó materna, 

uma ex-cantora de ópera morta em 2003. 

Com a estreia de Evermore no topo da Billboard 200, Taylor consolida 2020 como um ano de ouro na carreira, com dois álbuns, dois clipes e dois documentários lançados desde janeiro, – tudo isso enquanto enfrentava um momento delicado em casa, com a mãe em meio a um tratamento contra o câncer e as limitações impostas pela pandemia. A expectativa agora fica para o dia 31 de janeiro, quando a cantora 

concorre a seis estatuetas no Grammy, entre elas a de álbum do ano com Folklore – categoria em que ela já é recordista como única mulher a levar o prêmio duas vezes. 

Agencia Veja Abril




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